| As Sete Festas em Jesus | ||||
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As sete festas religiosas de Israel, conforme descritas em Levítico 23 oferecem uma prévia profética de eventos futuros vitais que se relacionam a Cristo, à Igreja e aos judeus. É importante que o cristão compreenda as sete festas para poder ter uma compreensão básica do calendário divino.
A primeira festa do calendário era a Páscoa, a festa da redenção (Levítico 23.5). Um cordeiro sem defeito ou mancha deveria ser sacrificado e o seu sangue derramado para libertação e salvação. Por designo divino, desde a eternidade, nosso Senhor Jesus Cristo seria crucificado no dia da Páscoa. A Páscoa representa nossa salvação, pois o “Cordeiro de Deus” (João 1.36) tira o pecado do mundo. A Festa dos Pães Ázimos começa na noite após a Páscoa (Levítico 23.6). Deus ordenou aos israelitas que comessem pão sem fermento durante a semana que se seguia a Páscoa. Simbolizando com isso uma caminhada de santidade com o Senhor. O pão sem fermento do Novo Testamento é o corpo de nosso Senhor Jesus. Ele é chamado de “o pão da vida” (João 6.35), e Seu corpo foi sepultado durante esta festa. A Festa das Primícias (Levítico 23.10,11) é observada no domingo que se segue à Festa dos Pães Ázimos. Nela Israel reconhecia Deus como Aquele que lhe dera a fertilidade da terra. Deveriam trazer os primeiros frutos das primeiras colheitas aos sacerdotes no Templo, e ali esses molhos de trigo e cevada seriam movidos diante do Senhor em favor do povo. Além de celebrarmos a ressurreição de Jesus nesse dia de festa, celebramos também a ressurreição da Igreja (I Coríntios 15.23). A Festa de Pentecostes que indica cinqüenta dias deveria acontecer cinqüenta dias depois da Festa das Primícias (Levítico 23.15-17) e envolvia levar “dois pães” para serem movidos. Esses pães eram assados com fermento e deviam ser de igual peso. Por serem assados com fermento (que simboliza o pecado), esses pães representam homens pecaminosos. Assim, Deus estava predizendo que a Igreja seria composta de duas partes iguais, judeus e gentios. Quando o Espírito Santo veio, houve uma colheita de três mil pessoas (Atos 2.41), somente um pequeno sinal da grande colheita que acontecerá no Arrebatamento da Igreja. No começo da Festa das Trombetas, estas deveriam soar (Levítico 23.24), o que encontra paralelo e cumprimento exatos no Arrebatamento da Igreja (I Coríntios 15.51,52 e I Tessalonicenses 4.16,17), quando a grande trombeta soar. As sepulturas darão aqueles que morreram na fé, e os cristãos vivos serão levados desta terra. Todos os cristãos serão misteriosamente transformados e preparados para a imortalidade. Na solene Dia da Expiação, o sumo sacerdote de Israel entrava no Santo dos Santos e oferecia um sacrifício em favor de si mesmo e de todos os pecados de Israel (Levítico 23.27). Jesus é a expiação final e definitiva por todos os pecados (Hebreus 9,10). O Dia da Expiação será plenamente cumprido de modo maravilhoso quando o Senhor retornar em Sua Segunda Vinda e Israel por fim aceitar a expiação que Ele realizou. A Festa dos Tabernáculos celebra o fato de que Deus quis prover abrigo para os israelitas no deserto (Levítico 23.39-43). Anualmente, judeus devotos constroem pequenos abrigos temporários nos quintais de suas casas e ali adoram. O grande tabernáculo do Senhor existirá em Jerusalém durante o Reino Milenar. Todas as nações do mundo comparecerão, a cada ano, diante do Rei e O adorarão. Deus te abençoe! Pr. Serol |


